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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

“eu passei toda a minha vida mudando. Hoje,aos 56 anos, eu estou mudando, mudando de amor, de profissão,de casa, de Estado. Eu acho que tem aí algo de profundamente pessoal, mas também uma atitude ideológica perante a vida — eu não busco segurança, eu busco o risco, é arriscando que encontro prazer na vida. Mudar de vida, de amor, de profissão, de cidade,de convivência com as pessoas, são as coisas mais emocionantes para mim. Eu acredito que há uma originalidade em cada um de nós, algo que cada um pode fazer melhor, mas acontece que eu quero fazer tudo que é possível, e não apenas o que é melhor”

Roberto Freire em Sem tesão não há solução

 

O livro é tão bom que eu poderia destacar inteiro, mas a citação ia ter 171 páginas e não ia dar muito certo. Recomendo o livro mesmo, que dá pra ler no Scribd aqui

Essa na verdade nem é a citação que melhor resume as ótimas idéias do livro, de liberdade, amor irrestrito, alegria, tesão pela vida, pela beleza e tudo que essa vontade de viver, em todos os aspectos representa.
Talvez seja apenas a que melhor defina um momento meu. E ponto final.

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Para refletir

“Às vezes sinto que falta no ativismo social um pouco desse jogo de cintura, dessa paciência em explicar, dessa tolerância para com a dificuldade do outro em compreender novos paradigmas. Em certos momentos, quem quer defender a justiça social parece que vira ditador: tome porrada em quem deu porrada em sem teto, dê-lhe linchamento em quem maltratou cachorro, corte-se a cabeça dos políticos corruptos! É muito sangue nos olhos e daí não dá pra enxergar direito.”

Gustavo Mini no blog Conector (oesquema.com.br) falando sobre o Laerte
Indicado pela @nannirios

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Queria deixar claro que quanto mais eu visito blogs legais, mais eu tenho noção de quanto esse aqui é xinfrinzin. Mas que nada, vamos nessa.

Talvez eu até já conhecesse, mas entrei hoje denovo no Confissões de uma Otária e achei muito legal. Posts curtos, fotos legais, mensagens curtas, fofas e diretas. Bem diretas. Algumas até daquelas que você sabe, mas é sempre bom rever. Me identifiquei com vááárias coisas, ou seja, entendi o otária e a carapuça serviu aqui também!!!!

Segue um, pra dar o gostinho.

Post do dia 5 de abril:

Aprenda a aceitar o fato de que você sempre irá amá-lo um pouquinho. Mas entenda também que isto não impede em nada que você comece a amar outra pessoa.

Então, fica a dica.

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Sempre achei legal ter coleções. Comecei cedo, com a tradicional coleção de papéis de carta, que ainda existe, empoeirada em alguma estante da casa dos meus pais. Tinha mais de 300, conseguidos graças à constante extorsão das amigas, que bem, às vezes me extorquiam também. Depois colecionei borrachinhas, por um tempo chaveiros, bolsas, mas elas nunca chegaram a mais de 20, o que não sei se configura exatamente uma coleção. Se minha bibliotequinha conta como coleção de livros, então ok, coleciono. Atualmente estou investindo mais na coleção de cartões postais (manda um pra mim?) e na de copinhos (tipo shot glass, sabem?). Mas sou meio sovina, e quando é meio caro, já nem compro.

A razão para voltar às coleções foi o achado do dia, um blog bem legal sobre o assunto, criado por uma artista que coleciona mais – bem mais – do que eu. Lisa Congdon, ilustradora que vive em San Francisco, pretende fotografar suas coleções ao longo de 2010 e desenhar algumas coleções imaginárias. Lá tem de tudo:  grampo de cabelo, selos húngaros, conchas, cartões postais, caixas de fósforo, pincéis, apontadores de lápis, livros antigos, envelopes… Segundo ela, algumas coleções são tão grandes que ela vai precisar de mais de um dia para fotografar.

Vale a pena dar uma olhada no A Collection a Day e só para dar um gostinho, a coleção imaginária de cadeiras.

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Viagens por viagens

Como sempre, a idéia nào foi minha. Veio das minhas peregrinações por blogs alheios.

Eu cito aqui, mas deixo a referência, mais do que merecida, para o autor.

Dessa vez a idéia veio do blog Pink Security Blanket da Laura Lawson, em que ela cita um texto da revista Panorama escrita por Jonan Lehrer. Veja o post na íntegra aqui

Por que viajamos?

E por que me chamou tanto a atenção esse texto, que caiu na semana perfeita? Bem, quarta vou para Berlim, depois Praga, Budapeste, Viena e Bratislava. Depois volto pro Brasil.

E queria muito entender porque eu estou fazendo isso. Meu crédito já foi pro brejo faz tempo, um pouco depois de ter acabado todo meu dinheiro. Meu computador está pedindo tregua já faz um bom tempo e eu nem tenho dinheiro pra comprar outro. Considerando que é meu instrumento de trabalho, a lógica diria para comprar outro, não gastar para conhecer lugares.

Porque estou gastando meus últimos centavos de euro em viagens? Está além da minha compreensão, acho que nem Freud explica.

Mas vai trechinho do texto, numa dessas ilumina a cabeça de vocês e vocês conseguem me explicar o porquê dessa sede por viagens, que nem um ano inteiro na Europa conseguiu acalmar.  Ainda nem fui e já quero voltar. E eu vou voltar.

we travel because we want to, because the annoyances of the airport are outweighed by the visceral thrill of being someplace new. Because work is stressful and our blood pressure is too high and we need a vacation. Because home is boring. Because the flights were on sale. Because Paris is Paris.

Travel, in other words, is a basic human desire.”…several new science papers suggest that getting away–andit doesn’t even matter where you’re going–is an essential habit of effective thinking.

O texto também fala sobre a experiência de morar fora do seu país de origem. Se você pode fazer isso, eu recomendo. Dessa vez, sem nenhum embasamento científico (o texto dele tem, eu não), vale a pena.

Accordingto the researchers, the experience of another culture endows us with a valuable open-minded-ness, making it easier to realize that a single thing can have multiple meanings.

Why we travel

Jonah Lehrer

A minha explicação pessoal é que eu ainda não encontrei o meu lugar. Aí fico procurando. Queria saber se vou para o dia que encontrar. Taí o problema. Acho que não.

Para ilustrar, fotos tiradas pela Sarah (antes Wilson, mas ela me proibiu de chamá-la assim) com sua câmera quebrada no fim de semana passado, em Genebra.

P.S Prometo parar de revelar o quão falida eu estou no meu blog no futuro. Ou não.

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E pros curiosos também.

Na verdade a única cineasta que eu sei que lê essa joça é a Gabi. hohoho

Primeiro: revista sobre cinema que parece bem interessante, além de bonita, Little White Lies, dica do a pattern a day

Issue 16Issue 17Issue 9

Outra:  do Update or Die – fica a dica do blog também

Curtas produzidos pelo pessoal da Ciné Institute, única escola de cinema do Haiti documentando o desastre. Bom para ver os fatos por outra perspectiva.

Dá para assistir no canal deles no Vimeo

Estou compartilhando essas cositas no Google Reader, assim que dá pra seguir por lá. Se bem que aí o blog não serviria pra p*** nenhuma mesmo. há!

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Feliz em qualquer lugar

De uns tempos pra cá comecei a desconfiar mortalmente de pessoas que dizem que seriam felizes em qualquer lugar do mundo.

Vem pra La Ciotat no inverno pra ver, cara pálida!

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