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Viagens por viagens

Como sempre, a idéia nào foi minha. Veio das minhas peregrinações por blogs alheios.

Eu cito aqui, mas deixo a referência, mais do que merecida, para o autor.

Dessa vez a idéia veio do blog Pink Security Blanket da Laura Lawson, em que ela cita um texto da revista Panorama escrita por Jonan Lehrer. Veja o post na íntegra aqui

Por que viajamos?

E por que me chamou tanto a atenção esse texto, que caiu na semana perfeita? Bem, quarta vou para Berlim, depois Praga, Budapeste, Viena e Bratislava. Depois volto pro Brasil.

E queria muito entender porque eu estou fazendo isso. Meu crédito já foi pro brejo faz tempo, um pouco depois de ter acabado todo meu dinheiro. Meu computador está pedindo tregua já faz um bom tempo e eu nem tenho dinheiro pra comprar outro. Considerando que é meu instrumento de trabalho, a lógica diria para comprar outro, não gastar para conhecer lugares.

Porque estou gastando meus últimos centavos de euro em viagens? Está além da minha compreensão, acho que nem Freud explica.

Mas vai trechinho do texto, numa dessas ilumina a cabeça de vocês e vocês conseguem me explicar o porquê dessa sede por viagens, que nem um ano inteiro na Europa conseguiu acalmar.  Ainda nem fui e já quero voltar. E eu vou voltar.

we travel because we want to, because the annoyances of the airport are outweighed by the visceral thrill of being someplace new. Because work is stressful and our blood pressure is too high and we need a vacation. Because home is boring. Because the flights were on sale. Because Paris is Paris.

Travel, in other words, is a basic human desire.”…several new science papers suggest that getting away–andit doesn’t even matter where you’re going–is an essential habit of effective thinking.

O texto também fala sobre a experiência de morar fora do seu país de origem. Se você pode fazer isso, eu recomendo. Dessa vez, sem nenhum embasamento científico (o texto dele tem, eu não), vale a pena.

Accordingto the researchers, the experience of another culture endows us with a valuable open-minded-ness, making it easier to realize that a single thing can have multiple meanings.

Why we travel

Jonah Lehrer

A minha explicação pessoal é que eu ainda não encontrei o meu lugar. Aí fico procurando. Queria saber se vou para o dia que encontrar. Taí o problema. Acho que não.

Para ilustrar, fotos tiradas pela Sarah (antes Wilson, mas ela me proibiu de chamá-la assim) com sua câmera quebrada no fim de semana passado, em Genebra.

P.S Prometo parar de revelar o quão falida eu estou no meu blog no futuro. Ou não.

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E pros curiosos também.

Na verdade a única cineasta que eu sei que lê essa joça é a Gabi. hohoho

Primeiro: revista sobre cinema que parece bem interessante, além de bonita, Little White Lies, dica do a pattern a day

Issue 16Issue 17Issue 9

Outra:  do Update or Die – fica a dica do blog também

Curtas produzidos pelo pessoal da Ciné Institute, única escola de cinema do Haiti documentando o desastre. Bom para ver os fatos por outra perspectiva.

Dá para assistir no canal deles no Vimeo

Estou compartilhando essas cositas no Google Reader, assim que dá pra seguir por lá. Se bem que aí o blog não serviria pra p*** nenhuma mesmo. há!

Feliz em qualquer lugar

De uns tempos pra cá comecei a desconfiar mortalmente de pessoas que dizem que seriam felizes em qualquer lugar do mundo.

Vem pra La Ciotat no inverno pra ver, cara pálida!

ZigZag therapy

O nome correto é ZigZag Philosophy, mas eu acho que é mais uma terapia mesmo.

Como prova de como eu perco tempo com bobeiras na internet (esse não é um caso, achei super útil, principalmente com meu clima deprê), recomendo essa terapia.

Olha que lindo ficou meu desenhinho.

Dica do @clovisgeyer via Twitter

Bom bom, o blog é pessoal e eu prometi pra mim mesma não colocar nada a ver com trabalho aqui, mas não resisti. Até porque o blog que eu criei para falar sobre tecnologia é completamente falido.

Vai algo a ver com trabalho aqui também (com o meu, né?!).

Mas é interessante. Juro!

Reportagem legal na The Economist sobre Redes Sociais, “A World of connections”

Vale dar uma olhadinha. (In Ingrish) 😉 Depois a gente discute, ok?

Gotas eternizadas

Dessa vez a dica veio da @belcolucci, que além de ser um doce tem um super bom gosto.

Fotos de Gotas da fotógrafa canadense Corrie White! Lembram daquela idéia do outro post com mega hiper velocidade? Pois então.

“Uso um conta-gotas e coloco o timer da minha câmera para clicar dali a cinco segundos. Não demora muito para eu conseguir um resultado interessante” conta ela.

Fica o link para as fotos e notinha na BBC Brasil. E umazinha aqui, para despertar a vontade de ver as outras! Há!

A curiosa que vos bloga foi procurar o Flickr dela e achou várias fotos muuuuito legais, e resolvi facilitar a vida de vocês. Fica aqui o link do Flickr da Corrie (sentiram a intimidade?)

Arte com sushi

Tirei a dica do site da Revista Piaui, mas o post original está no blog Follow de Collors.

É sobre o chef Ken Kawasumi, que inventou de fazer arte com… exato, sushi.

Dá uma olhada nas fotos… tem ursinho, coração, florzinha e até Obama!

Ok, bonitinho mas… será que é tão gostoso quanto os originais? Dá uma olhada lá!